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17-02-2017 11:59:14
 

Texto Paulo Barriga Fotos Rui Cambraia

ADOTANDO
Tudo começou com o Jordão. “Quando chegou cá a casa tinha sete meses, era um pastor alemão lindo”. Ao fim de trinta e muitos anos em Lisboa, onde trabalhou como relações públicas na FIL, Mariana Mamede sentiu o chamamento da terra. Comprou uma casa em Ourique Gare e mudou-se de armas e bagagens, já lá vão 21 anos. “O meu marido não queria que metesse cães cá em casa, dizia que   ler  ++  
 

 
10-02-2017 9:44:41
 

Texto Paulo Barriga Fotos Rui Cambraia

Permanecendo
Francisca Fernandes nasceu em Barrancos há 51 anos. Nunca de lá quis abalar nem nunca de lá saiu por tempo superior àquele que é o admissível gastar nas férias. Ou em coisa que o valha. “Uma pessoa está habituada a ficar aqui”. Aliás, “ficar” parece ser o verbo que em Barrancos se conjuga não só em todas as pessoas, como por todas as pessoas. “Nós saímos, vamos onde temos de ir,   ler  ++  
 

 
03-02-2017 9:36:46
 

Texto Paulo Barriga Fotos Rui Cambraia

BRINCANDO
O projecionista ambulante quase nem necessitava de anunciar pela corneta do furgão a película da noite. “Naquela altura, era quase sempre a mesma”: José do Telhado. Era o momento mais aguardado pelos rapazes de São Martinho das Amoreiras, Odemira, que então se juntavam “em bando” para conferirem, uma e outra vez, as façanhas do improvável Robin dos Bosques português. “A malta delirava com aquilo”. E, nos dias que se seguiam à   ler  ++  
 

 
27-01-2017 9:48:46
 

Texto Paulo Barriga Fotos Rui Cambraia

CULTIVANDO
Nos arrabaldes de castro Verde há uma capelinha consagrada a São Sebastião. No dia do santo, 20 de janeiro, o povo mercadeja variedades em redor da ermida. É a feira do pau- -roxo. “Isto as pessoas pensam que as cenouras sempre foram assim como a gente hoje as conhece, mas as primeiras cenouras a aparecer foram estas mais roxas”. Daniel Alves, 21 anos, hortelão, assegura que o pau-roxo tem uma história   ler  ++  
 

 
20-01-2017 10:05:17
 

ENCENANDO

Foi carpinteiro de profissão, até que o patrão e a visão o permitiram: 2013. “Fui operado à vista esquerda e a vista direita já foi injetada três vezes, mesmo assim não vejo bem”. Ao longo de décadas, por entre as raspas largadas pelos formões e pelas plainas, foi José Luís Baião ocultando a principal apara que ficou por limar na sua vida, o teatro. “Fascina-me, aquilo tudo”. Juntou-se ainda moço ao grupo Renovação que, na Casa   ler  ++  
 

 
13-01-2017 9:48:29
 

Texto Paulo Barriga Fotos Rui Cambraia

CANTANDO
Hoje, os grupos corais alentejanos - qualquer um, em qualquer parte – conhecem muito bem quanto pesa a bagagem. “A responsabilidade é outra desde que houve o reconhecimento”. Ao cante, a inscrição na lista restrita dos patrimónios da Humanidade trouxe-lhe também isso, carga institucional. “As pessoas agora dão mais apreço, respeitam mais e quem canta tem de mostrar mais brio”. Que é coisa que nunca faltou em Peroguarda, a pequena aldeia   ler  ++  
 

 
06-01-2017 9:41:32
 
 

 
29-12-2016 14:28:12
 
 

 
22-12-2016 14:24:48
 
 

 
15-12-2016 15:20:11
 
 

 
09-12-2016 9:31:16
 
 

 
05-12-2016 9:50:16
 
 

 
25-11-2016 10:08:02
 
 

 
11-11-2016 9:51:01
 
 
 
 
 
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