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21-08-2017 9:34:02
 
Meu Alentejo

Joaquim Januário Figueira

I
Alentejo dos trigais
Milho, vinhas, olivais
Que aos outros metes cobiça
Do cantar alentejano
Do baldão provinciano
Da viola campaniça

II
Canção da humanidade
Foi feita a nossa vontade
Com merecido valor
Este cantar macilento
Cantado com sofrimento
Do povo trabalhador

III
Cantar ao sol escaldante
Em dias de vento levante
Insuportável o calor
Corpos curvados ceifando
O aguadeiro refrescando
Rostos pingando suor

IV
Alentejo das nossas vidas
De primaveras floridas
Do loiro seco do verão
Dos outonos nebulosos
Dos invernos rigorosos
Do quente vento suão


Beja

Maria José do Rosário

Cidade branca ao fim da tarde,
Vaga de gente na vaga   ler  ++  
 

 
12-06-2017 9:24:43
 
Em turbilhão

Zé Carlos Albino

As pedras,
de jogos vários,
soltam-se
vagueiam-se
conjugam-se
espreitam-se
escondem-se
marcam-se,
enquanto os jogos
jogando-se
ora se perdem
ora se ganham

Mas,
Pedras são pedras,
Emoções corações
Desejos criações


Balofo

Luís Ferreira

Este poema balofo
Cheio de oco e vazio
Sem ideia principal
Sem conteúdo final
Sem princípio, meio e fim
Sem nada no seu lugar
Nele nada tem jeito
Não é poema perfeito
É pura perda de tempo
Para o leitor normal
Ler um poema assim
Mas continuar a lê-lo
Para chegar ao fim
É ainda mais ruim
Já tinha sido avisado
Apenas por precaução
Mas você continuou
E não prestou atenção
Queria ler o   ler  ++  
 

 
05-06-2017 9:46:53
 
As borboletas às pintinhas

Arsénio Guerreiro Colaço

As borboletas às pintinhas
Beijando as florinhas
Voando num vai e vem
Usam gravatinhas pretas
Que lhes passam muito bem.

As borboletas estão dotadas
Para dançar apertadas
Aperta, aperta, está aberta
Segura e empurra, vai em frente…
Nas ondinhas floridas
Momentos felizes nas nossas vidas
No passado e no presente.

As borboletas são mudas
Cristas vermelhas e peludas
Gostam de receber e dar…
Beijinhos de dois a dois
Não digo o resto depois
Vamos lá imaginar.

Afinal, as borboletas
As pintinhas russas ou pretas
São as cores que quiseres…
Alegres e muito   ler  ++  
 

 
29-05-2017 9:30:31
 
António Francisco João O Pires

Mote
Turista pobre e rico
Ambos a passear
Em casa é que não fico
Também gosto de viajar

1
O pobre viagem
De bicicleta à boleia e a pé
É preciso ter fé
E alguma coragem
Fazendo turismo selvagem
Correndo certo risco
Goza à sua maneira
Sem dinheiro na carteira
Passando ao lado do rico

2
O pobre anda de cidade em cidade
Sem poder tomar banho
Achando muito estranho,
Isto é, falar verdade,
Perdendo a vontade 
De em Beja ficar
Que foi encontrar,
O balneário público fechado
Abalou sem ser lavado
Já não venho cá   ler  ++  
 

 
15-05-2017 9:12:21
 
A natureza é rainha

Arsénio Guerreiro Colaço

A natureza é rainha
Sem ela a vida não tinha
O prazer e o sabor…
Fértil, amada e querida
Alimenta o dom da vida
No universo do criador.

A natureza cria e oferece
A cada um de nós o que merece
Pela ordem da razão…
Nas intensivas produções
Não alimenta ilusões
Na ordem da criação.

Alimenta a inspiração
Orgulho, amor e paixão
Voa nas ilhas desertas…
Bem longe da confusão
Na órbita da evolução
O paraíso dos profetas.

Rainha e mãe das flores
Que produzem os cheiros e cores
As paisagens   ler  ++  
 

 
13-03-2017 9:19:29
 
O Alentejo é paciente

Arsénio Guerreiro Colaço

O Alentejo é paciente
Trabalha diariamente
Não importa o calor…
Enquanto tudo se processa
A terra produz sem pressa
Alimentação e sabor.

O Alentejo é tão lindo
Recebe bem e sorrindo
Tem boa cozinha e sabores…
Resmoninho e alecrim
A planície é um jardim
O paraíso das flores.

Alentejo terra amiga
Canta bem uma cantiga
Com humor e tradição…
Assim vamos continuar
O Alentejo a cantar
E muito amor no coração.

Beja é a capital
Rainha no alentejo rural
O castelo proclama “Vitória! Vitória!”
Só desiste quem não tem fé
Ao   ler  ++  
 

 
06-03-2017 9:18:54
 
 
 
 
 
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