Manuel José Vargas Aljustrel
Num país cada vez mais desumanizado, onde as assimetrias se agudizam e as promiscuidades e o individualismo ganho cada vez um maior significado, urge alterar toda esta situação o mais rápido possível.
Perante tal evidência é legítimo interrogar-nos como será possível resolver o problema levando-o a bom porto?
A resposta não é consensual, havendo por isso vários pontos de vista. Para alguns, as pessoas devem ser educadas em colaboração com os pares (irmãos, amigos, etc.),
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Manuel Dias Horta Beja
É no mês de maio, o mês mais lindo do ano, particularmente o do ano de 1945. Acabou a guerra e começou este rapaz a por cá andar. Neste mês, quando a natureza está em festa e onde sinos ainda tocam ave-marias. Mês criador e de temperaturas amenas que um grupo de avozinhas e avozinhos, outrora irreverentes meninas e meninos, reiniciam a viagem ao longínquo e ao passado. Ao leme a saudade, o
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Desidério do Ó Porto Carro, Estoi, Faro
A vida reserva-nos cada surpresa! Foi o que me aconteceu no dia 25 de fevereiro deste ano, numa sessão da Assembleia Municipal de Vidigueira.
Disse então o senhor que eu não sou o autor do livro Vila de Frades, capital do vinho de talha.
Não sei onde foi buscar a informação que o levou a proferir tal calúnia. Como imediatamente a seguir o presidente da Assembleia deu por encerrada a sessão,
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Francisco Pratas
Porque o que me sobra em tempo me falta em qualidade, tento por isso mesmo aproveitar o melhor que posso e sei, o que esse fragmento me confere, escrevinhando aqui as minhas aventuras e desventuras, bem como a vontade de dizer a todos que ainda estou vivo.
Assim, alimentando mais um disparatado devaneio, como de uma conversa à mesa do café, o que nunca neste caso veio a acontecer, aqui me tendes agora
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Esta Europa falhada
Manel Martins NobreCafé o cantinho Paivas Amora Seixal
Quem ajudou a união a crescer
Com vontade e muita esperança
Certamente não gostam de ver
A Europa recuar e não avança
I
Nesta grande Europa unida
Muita gente chegou a pensar
Que a pobreza ia acabar
Nunca mais faltava comida
Ideia desejada e destemida
Guardada com amor e prazer
Na esperança de um dia ter
Este Portugal respeitado
Nunca mais ser mal tratado
Quem ajudou a união a crescer
II
Se esta Europa
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Maria Vitória Afonso Beja
Da Páscoa à Ascensão quarenta dias vão. Quem não se recordar deste aforismo popular poderá consultar o “Borda D’Agua” onde se registam tanto as festividades de caráter cívico como as de caráter litúrgico ou popular.
O hábito de fazer da Ascensão uma festa especial remonta ao século IV, para honrar o fim da missão do Redentor na terra e da sua entrada na glória do céu.
Esta festividade revestia-se de uma dualidade religiosa e pagã.
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