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Ana Baptista
 
03-01-2013 14:21:45
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Presidente eleita do Centro de Paralisia Cerebral de Beja

Quais são as grandes linhas de ação desta nova direção do CPCB?
A mudança ao nível da cultura organizacional, promovendo o envolvimento e a participação ativa dos clientes, familiares, funcionários e sócios; promover uma política de abertura e de comunicação com o exterior, recuperar os espaços físicos do centro e garantir a sustentabilidade financeira do CPCB.

Como se encontra a saúde financeira do CPCB?
Atualmente não estou em condições de responder com dados concretos sobre a questão, uma vez que esta direção só entra em funções a 11 de janeiro. O CPCB é uma instituição que tem, ao longo dos tempos, honrado os seus compromissos financeiros atempadamente. Contudo, neste momento existem algumas dívidas a fornecedores que em breve serão liquidadas, uma vez que o fundo de emergência social solicitado pela instituição foi aprovado no mês de dezembro. 

O orçamento para 2013 permite manter todas as valências existentes?
Sim, o orçamento aprovado em Assembleia Geral no mês de novembro contempla todas as valências e respostas sociais existentes, logo permite assegurar o seu funcionamento.

Pela primeira vez na história da instituição apareceram duas listas a disputar os órgãos sociais do CPCB. É uma situação que revela divisões internas? O que vai mudar, em concreto, com esta nova equipa?
Pela primeira vez na história da instituição conseguiu-se pôr em prática o conceito de democracia, a existência da opção de escolha, o que até então nunca tinha existido e, na minha perspetiva, isso legitima ainda mais os órgãos sociais eleitos para o triénio de 2013-2015. Apesar da polémica gerada em torno desta situação, parece-me salutar a existência de duas perspetivas diferentes, o que não significa divisões internas. Referindo os funcionários e muitos dos clientes, verifica-se que esta situação originou uma maior coesão e participação por parte dos mesmos. Mesmo sem estarmos ainda em funções é notório a mudança de atitude, pois temos sido confrontados com muitas propostas de melhoria, o que revela que acreditam, têm vontade de contribuir para este projeto e acederam ao apelo que fizemos ao longo da campanha. O que se pretende mudar é essencialmente a dinâmica da instituição, tornando-a mais solidária, com maior capacidade de comunicação a nível interno e externo e mais visível como instituição de referência ao nível da reabilitação. Colocamos o enfoque numa política orientada para os clientes, colaboradores e demais sócios, tendo sempre como objetivo final a melhoria contínua.



Paulo Barriga


 
 
 
 
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