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Os passados e o presente em movimento
 
17-12-2012 10:37:01
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José Carlos Albino Agente de desenvolvimento local


De há uns tempos a esta parte muito se tem falado e escrito sobre períodos e épocas passadas para explicar o presente e as necessárias políticas de e para o futuro.
E à exceção de alguns historiadores que vão aos passados mais longínquos, parece que Portugal começou a sua trajetória há pouco mais de uma dúzia de anos. Sendo que, para diversos, a História começou há meia dúzia, com o advento do “consulado de Sócrates”. Embora haja quem, saltando do fugitivo Durão, cheguem “às paixões de Guterres”, nos idos da última década do século passado. Foi o caso do deputado Frasquilho, ao se justificar para “deixar passar” o Orçamento do Estado para 2013. 
Já não falando de todo o século XX, com as suas metades de antes e depois da Segunda Guerra, e do “pós-império”, omite-se o pós “Marco Histórico” que foi a Integração Europeia, na altura CEE a 10. De facto, e penso sem contestação, a maior mudança do posicionamento de Portugal no pós-Descobrimentos. 
E pergunto, por que será? Será porque se considera que a primeira década da Integração correu sobre rodas, ou, porque foram os tempos do “consulado Cavaquista” do atual Presidente da República? Talvez Paulo Portas possa ajudar na explicação, pois foi um contundente denunciante das malfeitorias de Cavaco Silva, no seu “Independente”. 
Se bem me lembro, pode ter sido porque aí se iniciou a total aposta nos “investimentos do betão”, a ausência duma real valorização da formação e educação das pessoas, empresas e comunidades, o arranque devastador da destruição do tecido empresarial que sustentava o País e, ainda, a maior engorda do Estado e suas cliques dirigentes. E tudo isto quando se assistiu à maior injeção de meios financeiros que há memória, sem crescimento sustentável, nem contas públicas em ordem.
Se queremos ser justos e apostar em futuros sustentáveis, olhemos para todos os erros e desvios de todos os passados e a nossa pequenez na Europa e no Mundo, mobilizemo-nos para, com o que se construiu, nos reencontrarmos como Nação nesta encruzilhada da História. E sempre com as pessoas e nunca contra elas!

 
 
 
 
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