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Clube Fluvial Odemirense é um histórico da canoagem alentejana: O rio Mira vai cheio…
 
20-07-2012 15:57:43
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Fundado no primeiro dia de julho de 1984, o Clube Fluvial Odemirense deu continuidade à Escola de Remo e Canoagem Odemirense (ERCO), entidade ligada à antiga Direção Geral dos Desportos.

Texto e foto Firmino Paixão


O objetivo foi sempre o de atrair os jovens para a prática da canoagem aproveitando o magnífico recurso natural que é o rio Mira. Vinte e oito anos depois, e após algumas marés menos favoráveis à sua atividade, o Fluvial Odemirense procura um novo rumo. O atual presidente do clube, Filipe Correia, antigo praticante da modalidade, fala com entusiasmo de um novo percurso, de um futuro mais promissor e lamenta a falta de recursos humanos para que o caudal de sucesso não seja maior. 


Nos anos 80 Odemira era a capital da canoagem no sul do País…
Nós temos provas disso. O senhor Ilídio Soares, o grande fundador da canoagem no Alentejo, levou uns barcos para Mértola e eles criaram o Clube Náutico. Entretanto surgiu o clube de Milfontes, não intervimos tanto, mas também demos uma ajudinha. Mas a canoagem no Alentejo nasceu em Odemira e nós éramos bons naquilo que fazíamos. Hoje já não é assim. Passaram muitos anos desde então, o clube perdeu atletas e sócios e eu próprio também tive que sair de Odemira. 


Mas voltou para o leme do Fluvial?
Quando voltei entendi que o clube tinha falta de mais dinâmica e pegámos nisto mesmo sem atletas, agora já temos 12 a treinar regularmente. Não começámos do zero porque tínhamos os equipamentos, mas recomeçámos sem atletas e sem sócios. Adquirimos um veículo com atrelado, barcos de competição mais modernos e temos em curso um projeto ao Proder para renovarmos o material e darmos o passo em direção ao século XXI.


O clube tem um percurso bem-sucedido?
Com altos e baixos como todos os clubes neste país. Neste momento somos o sexto clube mais velho em atividade no nosso País. É importante para uma vila como Odemira, demonstra bem o sucesso e a qualidade do trabalho feito nesses 28 anos. 


O Fluvial Odemirense é um elo com o rio Mira?
O Clube Fluvial Odemirense é, efetivamente, a porta de entrada para o rio Mira. Procuram-nos muito com esse sentido, ficamos honrados por isso e sentimo-nos bem com esse estatuto.


O clube tem as vertentes competitiva e de lazer?
Nós separamos as duas atividades, mas estamos cá pela competição. As ações de lazer são pontuais, acontecem uma vez por mês, e a competição é diária, é isso que nos permite manter o clube aberto, realizar as nossas atividades e manter a chama acesa e viva. Gostamos muito de proporcionar as atividades a grupos, a escolas, respondemos a todas as solicitações, mas o nosso objetivo principal é a competição.


Como caracteriza os vossos atletas?
Temos 12 atletas, com idades entre os 14 e os 45 anos, não são muitos, mas é o que temos. Participam em todas as provas dos calendários regional e nacional, deslocamo-          -nos a todo o lado. Disputamos as provas de velocidade, fundo e maratonas, essas são aquelas em que participamos mais, mas já vamos fazendo algumas provas de kayak mar, o que não fazemos é kayak pólo. 


Não têm escalões de formação?
O nosso processo formativo tem um problema que é a disponibilidade de treinadores, ou outras pessoas, que queiram estar com os miúdos na água, porque ainda existe o estigma de que o rio é perigoso. Eu não acho que seja perigoso, a canoagem em Odemira é mais segura do que fazer ciclismo na estrada, se usar o colete, que é obrigatório, e respeitar as regras. Se as regras forem cumpridas na íntegra, é um desporto muito seguro.


E os apoios são suficientes para a atividade?
Em ano de crise não nos podemos queixar. Estamos com um projeto ao Proder, vamos substituir todo o nosso material, é importante porque em seis anos de trabalho conseguimos renovar duas ou três frotas de barcos e isso é significativo. O ginásio também vai ser remodelado através desse projeto. Temos todas as condições para receber os miúdos que queiram vir para a canoagem ou estrangeiros que queiram vir cá treinar, temos todas as condições para os receber e promovermos atividades no mar, em barragem ou no rio Mira.


Quais são as necessidades mais prementes?
O que nos falta são recursos humanos. Faltam-nos treinadores para podermos alargar as nossas atividades. Se tivermos um grupo de iniciação que treina dois ou três dias por semana, e um de competição que treina quatro a cinco dias por semana, não temos recursos para isso, somos poucos e quantos mais miúdos vierem mais se nota essa carência.


O rio Mira vai cheio e o Fluvial lá do outro lado…
O rio Mira vai cheio em termos de ambição e de projetos, mas não vai muito cheio em termos de recursos humanos, que são fundamentais para um desporto com estas características. Vamos remando contra a maré, mas desistir não faz parte do nosso lema.
 
 
 
 
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