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EMAS e STAL não chegam a acordo
 
07-12-2017 11:14:05
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A administração da EMAS e o STAL reuniram-se esta semana para tentar ultrapassar o desacordo em relação à suspensão do “reposicionamento remuneratório” que tinha sido decidido pela anterior direção da empresa, mas a conversa “não foi conclusiva”. A empresa comprometeu-se a estudar casos semelhantes e os trabalhadores, em plenário, aceitaram “dar mais algum tempo” para se encontrar uma saída para a situação.
Na reunião entre o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Adminis-tração Local e Regional (STAL) e Rui Marreiros, diretor-executivo do EMAS – Empresa Municipal de Água e Saneamento, as partes “mantiveram as suas posições”, disse, ao “Diário do Alentejo”, Vasco Santana, dirigente sindical.
“As partes apresentaram os seus argumentos, mas o EMAS tem três pareceres jurídicos a defender que a revalorização remuneratória é ilegal”, diz Rui Marreiros, adiantando, no entanto, que “o objetivo da resolução do problema é comum” e não há “interesse nenhum em manter esta situação”.
O administrador da EMAS garante que está disposto a estudar cenários semelhantes no setor empresarial do Estado apontados pelo sindicato e garante que “se o texto final do Orçamento do Estado para 2018” referir o reposicionamento remuneratório isso será “assumido” pela empresa.
Por seu lado, Vasco Santana considera que “uma empresa não pode reduzir os salários, mesmo que os considere ilegal, sem que haja uma decisão judicial nesse sentido”, no entanto, e em resultado dos plenários realizados na terça-feira passada, revela que os trabalhadores decidiram “dar mais algum tempo” à administração da EMAS para resolver este contencioso.
Recorde-se que, em outubro, a anterior direção da EMAS acedeu à reivindicação do STAL e fez o reposicionamento remuneratório de todos os trabalhadores. No entanto, a nova administração considerou essa decisão ilegal e revogou a medida. AF


 
 
 
 
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