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Claudiu e Cristina: Estes miúdos vão dar que falar
 
07-12-2017 10:27:19
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São dois jovens patinadores com idades distintas e que representam diferentes clubes, mas com muito, muito mesmo, em comum. O Claudiu nasceu na Roménia, há 17 anos, a Cristina tem 12 anos e já nasceu no Alentejo, embora filha de pais romenos. Além da coincidência nas letras iniciais dos nomes e apelidos, ambos partilham a paixão pela patinagem artística e são treinados por Edgar Cheira.



Texto e fotos Firmino Paixão


São atletas já com títulos regionais e nacionais conquistados e repetentes em provas internacionais. Ambos representaram Portugal, e o Alentejo, na última Taça da Europa, disputada em Tomar, de onde regressaram com duas medalhas de bronze. Comungam de uma enorme ambição, revelada quando perspetivam o seu futuro desportivo. O sorriso aberto e a felicidade que irradiam na descrição dos seus feitos na arte de patinar sobre rodas também é um denominador comum entre Cristina Rakasi, atleta iniciada do Futebol Clube castrense, e Claudiu Rus, juvenil do Clube de Patinagem Artística de Cuba, clube que também levou a esta prova o atleta António Benziat, tal como o Sport Clube Mineiro Aljustrelense esteve representado por Hugo Henriques, mas ambos longe dos pódios.
Rakasi esteve na Taça da Europa em 2015, em França. Regressou com um 6.º lugar. Este ano, em Tomar, chegou à medalha de bronze: “Fiquei muito feliz e orgulhosa, evolui bem neste intervalo que mediou as duas competições. Foram dois anos de muita dedicação à patinagem, mas tudo acabou por ser recompensado”, disse a atleta.
Em Portugal as coisas foram diferentes, explicou: “Tivemos um apoio e carinho enormes dos portugueses, sempre estávamos a competir em casa. A sensação foi diferente, depois, também estou mais velha, senti-me mais confiante”. 
No pódio, o sentimento foi de muita felicidade: “Acabava de me consagrar na terceira melhor patinadora europeia no meu escalão. Senti que muita gente quereria estar no meu lugar, mas fui eu que o alcancei”. Uma medalha com dedicatória? “Claro! Foi dedicada aos meus pais, apoiam-me imenso. Mas também aos meus amigos e ao meu treinador, por acreditar em mim e, especialmente, a todos os portugueses”. 
O tempo já está virado para outras metas, confessou: “A ambição não tem limites, não vejo que esta paixão pela patinagem alguma vez tenha fim, só quando chegar o dia em que eu sinta que já não sou capaz, mas esse momento ainda vem longe. Continuarei a treinar bem para que as coisas aconteçam. Quem sabe se um dia conseguirei chegar à prata, ou mesmo ao ouro”, prometeu a menina loira, de olhos claros, que também anseia por uma carreira profissional na área da fisioterapia.
O bronze não é um metal estranho para Claudiu Rus. Na Taça da Europa de 2016, em Itália, o patinador luso-romeno já trouxera uma medalha para Cuba. Repetiu o feito este ano e ficou “com uma sensação de dever cumprido”: “Não tive um ano muito fácil, devido a lesões, por isso, fechar a época com uma segunda medalha de bronze na Taça Europa, deixou-me muito feliz e orgulhoso”. Mas esta, disse, “teve um sabor diferente. Foi conquistada em casa. Sentir o carinho do público a apoiar-nos foi algo espetacular”. 
Claudiu está em Portugal desde os três anos. Conhece o provérbio “Não há duas sem três”. “Sei disso, mas se acontecer já não será na Taça da Europa, porque esta é uma competição até aos juvenis e eu, para o ano, já serei júnior, mas continuarei a trabalhar para conseguir a qualificação para os campeonatos da Europa e do Mundo”. 
A próxima poderá até nem ser de bronze, a prata está ali tão perto e o ouro não é nada inatingível: “Estou a trabalhar com os olhos postos nessas metas. Tenho-me esforçado e abdicado de muitas coisas para chegar a estes resultados, mas tem sido gratificante, quer do ponto de vista pessoal, quer do clube que represento”. 
Por ora, os sonhos estão concretizados. “Sempre sonhei conquistar uma medalha numa prova internacional, mas antes desse sonho existiu sempre o objetivo de ter boas prestações e de representar bem o meu país. Conseguindo as medalhas, ainda melhor, é algo que me fez ainda mais feliz e que me dá forças para continuar com as melhores performances, embora o novo escalão seja muito difícil, com muita concorrência, mas eu estou confiante”, rematou Claudiu, que um dia espera licenciar-se na área da motricidade humana.

 
 
 
 
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