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Europeus com mais escolha em produtos financeiros
 
17-07-2017 12:08:31
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Embora o direito de circular livremente no interior da União Europeia (UE) continue a ser o direito mais apreciado pelos cidadãos europeus, enquanto consumidores, estes ainda vão sendo confrontados com vários obstáculos no seu dia a dia, quer se trate da abertura de uma conta bancária, da aquisição de um seguro automóvel ou na procura de um crédito bancário fora do seu país. Todos os consumidores devem ter a oportunidade de escolher livremente entre a vasta gama de serviços financeiros disponibilizados na UE e obter a melhor relação qualidade/preço. Contudo, atualmente, apenas sete por cento dos consumidores europeus adquirem serviços financeiros noutro estado-membro da UE que não o seu país de residência. De forma a proporcionar aos consumidores mais possibilidades de escolha e um melhor acesso aos serviços financeiros na UE, a Comissão Europeia apresentou um plano de ação que visa suprimir as barreiras nacionais de forma a oferecer uma maior e melhor oferta de produtos de qualidade a todos os consumidores europeus, melhorando a informação disponibilizada, a adequação dos produtos às características dos consumidores e a proteção dos serviços financeiros comercializados. A comissão compromete-se, assim, a aprofundar o mercado único e a torná-lo mais equitativo, nomeadamente através de meios digitais.
Este é um plano de ação que defende os direitos dos consumidores que recorram ao crédito à habitação, a seguros, abertura de contas bancárias, etc. Resulta de um esforço da UE para adaptar a sua ação às necessidades quotidianas dos seus cidadãos, uma vez que todos devem ter acesso aos melhores produtos disponíveis em toda a União Europeia e não apenas no seu próprio país. Além disto, num verdadeiro mercado único, a distinção entre prestadores nacionais e estrangeiros deverá deixar de ter importância. Assim sendo, com o novo plano pretende-se aumentar a confiança e a capacitação dos consumidores em participar num mercado alargado, reduzir os obstáculos jurídicos e regulamentares com que se confrontam as empresas, bem como contribuir para o desenvolvimento de um mundo digital inovador. 
Tudo isto implica um aumento da concorrência e da oferta para que os consumidores possam beneficiar de preços mais baixos e de uma melhor qualidade para os serviços financeiros adquiridos no estrangeiro ou no seu próprio país. Além disto, é feita uma forte aposta na tecnologia, dado que, através de serviços inovadores colocados em linha, pretende-se promover progressos para uma maior integração do mercado dos serviços financeiros. 
A tecnologia tem um potencial enorme para melhorar o setor financeiro e o modo de as pessoas acederem aos serviços financeiros. Este é mais um passo no roteiro de eliminar entraves regulamentares ao mercado único de serviços financeiros e em muitas das ações as partes interessadas, como as autoridades nacionais de supervisão, os prestadores de serviços e as organizações de consumidores, serão envolvidas. 


Por Sofia Colares Alves, chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal
 
 
 
 
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