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Vida e morte numa mina do Alentejo
Investigação de Miguel Bento recebeu prémio em 2012
 
Vida e morte numa mina do Alentejo – pobreza, mutualismo e provisão social (o caso de S. Domingos – Mértola – na primeira metade do séc. XX), da autoria de Miguel Bento, mestre em Serviço Social, atualmente a lecionar no Instituto Politécnico de Beja, é apresentada amanhã, sábado, pelas 16 horas, no espaço Musical, em Mina de São Domingos, concelho de Mértola. A obra, cuja apresentação estará a cargo de Manuela Silva e Odete Palma, é editada pela 100Luz (Castro Verde) e recebeu recentemente o Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2012 – Categoria Estudos e Investigação. 
Vida e Morte numa Mina do Alentejo – pobreza, mutualismo e provisão social poderá ser, refere Miguel Bento na introdução, “uma mais-valia para o conhecimento da problemática da pobreza em Portugal no século XX, e onde a cobertura societária, mesmo em tempos de maior envolvimento do Estado na causa social, nunca deixou de se fazer sentir”. E sendo “assumidamente um estudo de caso feito com base numa abordagem histórico-descritiva”, tem “igualmente o propósito de poder lançar pontes reflexivas, que facilitem a ligação entre um período histórico determinado e os tempos que se lhe seguiram, em particular o que agora vivemos”. 
Miguel Bento refere ainda que “em termos do contributo geral desta investigação no domínio do Serviço Social e das políticas sociais em Portugal, em particular de dois períodos politicamente distintos, a I República e o Estado Novo, já que os últimos dez anos da monarquia não revelam qualquer atitude digna de relevo para além do evidente alheamento do Estado na regulação da Questão Social, entende-se que o presente estudo poderá acrescentar algum conhecimento à forma como o operariado procurou intervir na resolução dos problemas sociais, num período e num contexto territorial delimitado, mas que confirma uma interessante linha de continuidade, que vai desde os primórdios da Revolução Industrial no nosso país até aos dias de hoje”.
Já Francisco Branco, professor associado, coordenador da Área Científica de Ciências Sociais da Faculdade de Ciências Humanas, da Universidade Católica Portuguesa, e que assina o prefácio da obra, diz que a mesma “é um trabalho de clara pertinência para o estudo e compreensão das dinâmicas da sociedade-providência em Portugal, quer das suas expressões mutualistas mais formais, quer sobretudo das dinâmicas de solidariedade horizontal interindividual e grupal, as quais cumpriram e continuam a cumprir no Portugal contemporâneo um inestimável e insubstituível papel na proteção de riscos sociais, sobretudo entre os grupos mais desprotegidos e desfavorecidos”. 



 
 
 
 
 
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