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Livros


Francisco Moita Flores
Casa das Letras
332 págs.
16,90 euros

O mensageiro do rei

Com a publicação de O mensageiro do rei, Francisco Moita Flores assinala os 35 anos da sua atividade literária. Como tem sido uma constante na escrita do autor, nascido em Moura em 1953, é, de novo, uma intriga histórica, em que recria factos reais, a inspirar mais esta obra.
D. Manuel II, que ficou para a história de Portugal como “O Desaventurado”, subiu ao trono inesperadamente na sequência do assassinato de seu pai, o rei D. Carlos, e do herdeiro do trono, príncipe D. Luís. O seu curto reinado, entre 1908 e 1910, data da instauração da República, foi tão tumultuoso quanto breve. Era uma época de atordoamento e desnorte entre monárquicos; entre republicanos conspirava-se e recorria-se a todas as manobras para que o republicanismo vingasse. A D. Manuel foi imposto o casamento com uma princesa, que fortalecesse, após o embaraço e opróbrio causado pelo Ultimato britânico, a posição portuguesa no mundo. Tal, não obstante Portugal ser ainda detentor de um império colonial, não foi fácil. A realeza europeia antecipava já a queda da monarquia e recusou noiva ao rei português. Com os governos a suceder-se – seis em apenas 30 meses de reinado –, o monarca português viveu, porém, uma intensa e pouco discreta paixão com uma atriz, Gaby Deslys, supostamente francesa mas de origem misteriosa. Foi em Paris que se conheceram mas a famosa Gaby, se nunca comentou na imprensa a sua relação com o rei português, também nunca se impôs descrição na relação sendo público que pernoitava com D. Manuel no Palácio das Necessidades quando o visitava em Portugal.
A obra, que recria a história da relação – também ela tão curta quanto intensa – do último rei de Portugal com Gaby Deslys assim como a história da amizade entre o rei e o mensageiro, Rigoberto, está escrita com a fluidez característica da escrita de Moita Flores procurando, porém, uma aproximação ao cinema.


Maria do Carmo Piçarra




















 
 
 
 
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