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Livros
Casa dos Estudantes do Império – Subsídios para a história do seu período mais decisivo (1953 a 1961)

Maria do Carmo Piçarra 

Helder Martins viveu na Casa dos Estudantes do Império (CEI), espaço para o despertar anti-colonial vivido pela “geração da utopia”, como lhe chamou Pepetela no romance homónimo. De Moçambique a Timor, chegaram a Lisboa para estudar e acabaram por se irmanar numa luta comum, de combate à ditadura mas, sobretudo, na luta pela libertação dos respectivos locais de origem do jugo do colonialismo português.
O retrato é, portanto, memorialista e dá uma face humana à casa. Não se trata de contar toda a história da casa mas dar densidade ao período que Martins julga ter sido mais determinante durante a existência da CEI – é preciso lembrar que, quando Adriano Moreira se tornou ministro do Ultramar, a criação dos Estudos Superiores Universitários nas então colónias visou pôr cobro à consciencialização política dos estudantes ultramarinos.    
Além de revisitar os antecedentes da criação da CEI e lembrar algumas das personalidades que nela viveram e participaram na criação do Centro de Estudos Africanos, Martins relata a luta travada para restaurar a legalidade da CEI. Detalha eventos-chave da vida do CEI, contextualizados em termos dos inquéritos internacionais sobre o colonialismo português, além de examinar as direções durante esse período e aprofundar uma análise de como a casa funcionou como um centro de conhecimento e consciência anticolonial. Ilustrado com fotografias de arquivos pessoais e documentação oficial, este é um contributo fundamental para aprofundar o conhecimento sobre como o CEI teve um papel determinante na luta anticolonial.



Casa dos Estudantes do Império – Subsídios para a história do seu período mais decisivo (1953 a 1961)
Helder Martins
Caminho
17,90 euros
264 págs.




























































 
 
 
 
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