terça-feira
25 de Julho de 2017 - 21:53
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Destaque
As alterações climáticas provocadas pelas atividades humanas estão a matar a floresta de sobro e de azinho
 
Destaque
Saíram do País rural para África para defender a nação. No regresso não traziam só saudades. Com eles vinha “uma coisa” que só descobriram muitos anos depois: stresse pós-traumático
 
AGENDA
Museu da Ruralidade celebra seis anos
semana
 
Alqueva adota medidas contra a seca ++
 
ACT promove seminário em Beja ++
 
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Sines recebe ação contra prospeção e exploração de petróleo e gás++
 
Morreu Guilhermino Ramos ++
 
Um morto em despiste em Aljustrel++
 
Obras na praça da República em Beja ++
 
União de freguesias de Moura e Santo Amador oferece livros de fichas++
 
Intervenção Precoce na Infância em Moura++
 
EMAS promove ações para os centros de atividades de tempos livres ++
 
Feira anual de setembro, em Moura, realiza-se entre os dias 8 e 10 ++
 
Aldeia de São Domingos recuperada ++
 
 
 
 
 
A voz do povo
Voz do povo Que futuro antevê para a Europa? (A propósito do Livro Branco sobre o futuro da Europa)
    Inquérito de José Serrano


Rodrigo
18 anos, empregado de mesa

Um futuro escuro. Todo o mundo se começa a tornar muito cruel, globalmente. A União Europeia está a desmontar-se por peças. A saída de um país importante pode vir a ser o suficiente para todos os outros caírem. Não necessariamente o Reino Unido com o Brexit. No entanto, a Europa ainda é a grande região pacificadora. A sua desunião seria muito prejudicial para o planeta.




Jorge Emílio
52 anos, advogado

Antevejo tempos difíceis. O Brexit veio criar 
cissões. A questão dos migrantes está a dividir os países da Europa, com posições extremadas, como é o caso da Hungria. A eleição do presidente Trump e a relação que tem com a Europa é completamente diferente da administração americana antecessora. Julgo que também este facto não contribuirá para a preservação desta união.




António Doutor
55 anos, militar

Os países da União caminham em passos diferentes. Uns dão passos sustentáveis para as suas economias, com reflexos no bem-estar das populações. Outros, a maior parte, vivem de subsídios mal utilizados e não fiscalizados, em que subsiste o atraso em relação aos primeiros. Há uma disparidade de tratamento, de desigualdade. A Europa tem de ser urgentemente repensada.




Teresa Ricou
42 anos, arqueóloga

A desunião. A não ser que aconteça um milagre e que assim se consiga voltar novamente ao projeto europeu inicialmente pensado. O cenário de crise económica, que se vem arrastando há anos, desencadeou o ressurgimento de movimentos políticos populistas e extremistas que se aproveitam do descontentamento das populações. Tal pode constituir motivo para a desagregação europeia.



 
 
 
 
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